9 de maio de 2011

Jezebel De Carli, professora da Uergs em Montenegro, dirige espetáculo em cartaz na Capital

Fonte: UERGS


Clique na imagem para ampliar A Uergs, mais uma vez, é representada por seus profissionais no cenário cultural do Estado. O espetáculo sobre o qual você lerá nesta matéria é dirigido pela professora recém-admitida na Uergs, Jezebel De Carli. Ela ministra a disciplina de Teatro - teoria e prática do trabalho do ator, na Unidade em Montenegro.

Entra em cartaz em sua segunda temporada o espetáculo “Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar...” da Santa Estação Companhia de Teatro, considerado dos grupos de referência no meio artístico teatral do Rio Grande do Sul.

A peça foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz/Fundação Nacional de Artes (Funarte) e pelo Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte).
Em cartaz de 5 a 29 de maio, às 20h, na Usina do Gasômetro, integrando o VI Festival Palco Giratório Sesc/POA.
 
A entrada é franca.

Sinopse:
 “Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar...”, é o mais recente trabalho da Santa Estação Cia de Teatro, com direção de Jezebel De Carli. O espetáculo transita entre o teatro, o cinema e a rua.
Dialogando com a dinâmica de seriados policiais, com a decupagem de cenas e com uma dramaturgia aberta, a saga do Hotel Fuck se completa no decorrer de três episódios, os quais acontecem de sexta a domingo. O espetáculo, que surgiu de um experimento realizado na Usina do Gasômetro em 2005, chamado “Sentença I”, traz cenas repletas de assassinato, roubo, sexo, intriga, humor, pitadas de efeitos especiais e personagens do submundo. Ambientado em uma ficção com referência na desconstrução “no sense” de David Linch, que ora faz lembrar os filmes de Quentin Tarantino e Robert Rodrigues, ora a estética dos quadrinhos de Frank Miller e Alan Moore.

Na primeira parte do espetáculo, o público assistirá as gravações das cenas externas, as quais são mais espetaculares e provocam um movimento em direção ao universo do “Hotel Fuck”. Na segunda parte os espectadores são convidados a entrarem no “hotel”, no qual serão gravadas as cenas internas. A cenografia de Juliano Rossi, possibilita que cinquenta espectadores ocupem o “espaço do quadrado”, configuração que estabelece intimidade com os atores/personagens que transitam por corredores e quartos. Entretanto, os que estão de passagem podem, acompanhar, o segundo momento do espetáculo, através de monitores próximos ao cenário, sendo que para esses não há limite de lotação.

No roteiro, Diones Camargo tece os três episódios idealizados por Jezebel De Carli movendo-se a partir de personagens criados pelos atores e suas composições cênicas em processos colaborativos entre direção, atores e dramaturgo. Camargo produz um texto atravessado pelo cinema, teatro, literatura e todo o “lixo cultural” que vem se acumulando ao longo das últimas décadas.


Mais informações? Acesso o blog do espetáculo 

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