Programa Especial de Formação de Docentes da Uergs lança três livros
3/11/2013 09:59:00 PM
Cada nova variedade demanda 12 anos de intensivos trabalhos científicos multidisciplinares, no âmbito de um consolidado programa de melhoramento genético
A Epagri - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina -, através da Estação Experimental de Itajaí,lançou, no dia dia 7 de março, três novas variedades de arroz irrigado. A disponibilização de novas variedades para os produtores rurais visa aumentar a competitividade da orizicultura catarinense. Cada nova variedade de arroz irrigado demanda 12 anos de intensivos trabalhos científicos multidisciplinares, no âmbito de um consolidado programa de melhoramento genético.
Das novas variedades, a SCS118 Marques, é adequada ao mercado tradicional de arroz, apresentando cor de grão, branca, enquanto a SCS119 Rubi é de cor vermelha, e a SCS120 Ônix é um arroz preto. As variedades Rubi e Ônix são consideradas variedades "especiais" devido às suas cores e valor nutricional, destacado por teores elevados de compostos fenólicos, importantes como antioxidantes em nossa alimentação. Destinam-se ambas a nichos de mercado e representam novas oportunidades para o agronegócio catarinense.
Além de outras tecnologias geradas e difundidas pela Epagri em Arroz Irrigado, a instituiçãocontabiliza até hoje 20 variedades de arrozlançadas, sendo que estas ocupam 85% dos 150 mil hectares de arroz irrigado cultivados anualmente no Estado, além de serem extensivamente plantadas em outros Estados brasileiros e alguns países da América do Sul, como a Argentina, Paraguai e Bolívia.
A produção de arroz irrigado em Santa Catarina, que ultrapassa 1 milhão de toneladas anualmente, é de indiscutível importância econômica e social. Obtida em 83 municípios por 8.377 orizicultores, a produção deste cereal sustenta mais de 50agroindústrias no Estado.Desta forma, através da Epagri, que conta com o apoio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), do CNPq e do Governo Federal (PAC-Embrapa), Santa Catarinaconsegue a façanha de manter-se como sétimo maior produtor de alimentos do país, embora detenha somente 1,12% do território nacional.
Para maiores detalhes acesse: http://www.epagri.sc.gov.br/
(Rubens Marschalek - Equipe do Projeto Arroz da Epagri/Estação Experimental de Itajaí)
Fonte: Uergs
Estão abertas as inscrições para o Curso de Inglês Básico nível um, na Unidade em Novo Hamburgo. O curso é uma atividade de extensão aberta a acadêmicos e demais interessados que já tenham concluído o Ensino Médio. As inscrições poderão ser feitas até o dia 1ª de abril, na Unidade.
Necessita-se "dar a certas populações marinhas a possibilidade de se recuperarem, a fim de que os peixes sigam existindo, como alimento, e as vagas de trabalho na indústria pesqueira se mantenham". Também Gerhard Adams enfatiza que a questão não é ser contra a pesca. No entanto, as populações marinhas precisam se desenvolver de modo que a atividade pesqueira continue sendo possível.
A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção foi criada em 1973 em Washington, com o fim de proibir ou restringir negócios realizados com espécies necessitadas de proteção
| Cientistas dizem haver criado uma maneira de extrair hidrogênio do metanol usando um catalisador, o que pode, segundo eles, solucionar um dos grandes obstáculos para criar um combustível limpo e viável economicamente, aponta estudo publicado nesta semana no site da renomada revista "Nature".
Segundo os pesquisadores, o novo catalisador de rutênio (um metal pouco abundante, encontrado normalmente em minas de platina) permite obter hidrogênio do álcool a partir de temperaturas de 65º C a 95º C, consideradas relativamente baixas, e à pressão atmosférica normal.
Processos anteriores só permitiam que o gás fosse extraído do metanol a temperaturas de 200° C e a pressões de 25 a 50 vezes superiores à da atmosfera.
Os pesquisadores da Universidade de Rostock, na Alemanha, apontam que o metanol, na forma líquida, pode ser facilmente transportado e armazenado, ao contrário do hidrogênio, um gás difícil de ser guardado. O metanol poderia ser usado no tanque de automóveis, por exemplo, onde uma reação química com o catalisador produziria hidrogênio - que serviria como combustível.
No processo, o metanol produziria três partes de hidrogênio e uma parte de gás carbônico, que poderia ser "aprisionado" para evitar a liberação na atmosfera e posteriormente reciclado. O hidrogênio, ao ser queimado como combustível, produz grande quantidade de energia e libera vapor de água como resíduo, segundo os pesquisadores.
"É difícil estimar quanta energia vai restar no hidrogênio [quando for feita a catalisação]. O projeto ainda está em estágio inicial, a anos de distância de ser produzido em larga escala", disse o engenheiro químico Matthias Beller, um dos autores da pesquisa, à revista "Nature".
"Mas nós pensamos que [o estudo] pode ser útil para transformar o metanol em uma fonte intermediária de energia viável, com potencial para liberar hidrogênio que gere eletricidade para alimentar baterias de celulares, computadores e até carros", ressaltou o engenheiro.
Para o pesquisador Edman Tsang, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a pesquisa é atraente devido à temperatura relativamente baixa em que ocorre a reação química de catalisação. "É uma descoberta importante", disse ele à "Nature".
(Portal G1)
fonte: JC
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Benefício será concedido no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras e terá duração de até 12 meses, para Doutorado Sanduíche, e de até 24 meses para Pós-Doutorado
| Análise do Imazon vai detectar área e grau de degradação da floresta. Monitoramento funciona paralelamente ao Deter, serviço em tempo real do Inpe
O Imazon, instituto de pesquisas baseado em Belém, lançou um sistema de monitoramento com imagens de satélite para detectar, além do desmatamento na Amazônia, também o grau de degradação da mata ao longo do ano.
O instituto já fazia um monitoramento mensal - o Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) -, que detecta os dois tipos de devastação e informa os órgãos fiscalizadores sobre onde está o problema. O trabalho funciona paralelamente ao Deter, serviço de monitoramento em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Até agora, no entanto, o Inpe era o único a ter uma análise anual - o Prodes -, mais precisa e em alta resolução, da perda. O novo produto é equivalente, com o diferencial de detectar também a degradação.
Ao contrário do desmatamento, caracterizado pelo corte raso da mata e facilmente detectável nas imagens de satélite, a degradação, compreendida como a perda de vegetação por queimadas e exploração madeireira, é mais lenta e, portanto, mais difícil de ver. Mas é importante monitorá-la por ter um papel fundamental na conversão da floresta.
É que, em muitos casos, o que começa com uma degradação, ao longo dos anos evolui à perda total da mata. Além disso, ela leva ao empobrecimento da floresta em termos de biodiversidade e estoques de carbono.
Com a nova ferramenta, o Imazon conseguiu fazer um mapa de todo o desmatamento e degradação ocorridos na Amazônia entre 2001 a 2010. Nesses dez anos, a degradação afetou uma área equivalente a 30% da área total desmatada no período, com média de 5.188 quilômetros quadrados por ano.
"É uma perda significativa. E, quando começa a ter pressão, há maior risco de virar alvo do desmatamento, então precisa controlar", diz o pesquisador Carlos Souza Jr. Segundo ele, com a ferramenta será possível investigar exatamente como ocorre essa transição ao longo dos anos.
(O Estado de São Paulo)
Fonte: Jornal da Ciência
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http://www.uergs.edu.br/index.php?action=noticias&cod=1949
A Uergs está com inscrições abertas para o Programa de Auxílio à Permanência Discente (Prodiscência). As bolsas serão concedidas de 4 de março a 31 de dezembro de 2013 e as inscrições para o processo seletivo deverão ser feitas até o dia 18 de março, nas secretarias das Unidades Universitárias, durante seu horário de funcionamento.
O Prodiscência pretende oportunizar a permanência dos alunos na Universidade, mediante auxílio financeiro. Em 2013, serão distribuídas 322 Bolsas Prodiscência, no valor de R$ 250 mensais, para auxiliar os acadêmicos em despesas com alimentação, transporte ou habitação. Para participar do processo de seleção, o estudante deve estar regularmente matriculado nos Cursos de Graduação da Uergs, e comprovar situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Confira abaixo o Edital 01/2013 do Prodiscência, e os documentos necessários para a inscrição:
>> Edital 01/2013 – Prodiscência
>> Requerimento de Inscrição – Cadastro socioeconômico
>> Declaração de Vulnerabilidade
>> Comprovação de renda agrícola
>> Solicitação de desligamento