Método Paulo Freire

1ª turma do método Paulo Freire se emociona ao lembrar das aulas

4/03/2013 08:11:00 AM


Fonte: G1


Método Paulo Freire de alfabetização completa 50 anos neste mês.
Primeira turma teve 380 alunos de Angicos, dos quais 300 se formaram.

Fernanda Zauli Do G1 RN


Paulo Alves de Souza, 70 anos, Maria Eneide de Araujo Melo, 56, e Idália Marrocos da Silva, 83. Três personagens de uma história que teve como cenário a pequena cidade de Angicos, localizada na região central do Rio Grande do Norte, a 170 km de Natal, e que completa 50 anos neste mês de abril.

Os três fizeram parte da experiência de alfabetização de adultos, conhecida como as 40 Horas de Angicos, na qual foram alfabetizados cerca de 300 angicanos, em 1963, sob a supervisão do educador Paulo Freire.

A experiência, inédita no Brasil, tinha uma meta ousada: alfabetizar adultos em 40 horas. Mas não era só isso.

De acordo com o professor doutor Éder Jofre, Paulo Freire pretendia despertar o ser político que deve ser sujeito de direito.

"A palavra 'tijolo' fez parte do universo vocabular trabalhado em Angicos. Era uma palavra que fazia parte do cotidiano dessas pessoas. Mas não era só ensinar a escrever tijolo, tinha também a questão social e política. Era questionado: você trabalha na construção de casas, mas você tem uma casa própria? Por que não tem? Levava o cidadão a pensar nessas questões", explica Éder Jofre, que é doutor no método Paulo Freire.

Paulo Souza lembra que naquela época, quando tinha 20 anos, já não tinha esperanças de aprender a ler, até que chegou na cidade a notícia do curso de alfabetização de adultos.

"Eu não pensei duas vezes. Fui na hora." Ele conta que trabalhava o dia todo e seguia para as aulas que aconteciam em uma casa no centro da cidade.

"Naquela época aqui era só mato. Depois do trabalho a gente seguia para a aula com o caderninho debaixo do braço. Aquilo mudou a minha vida, porque quando a gente não sabe ler a gente não participa de nada, a gente não é ninguém", diz, emocionado.
 
 Maria Eneide também participou das aulas de alfabetização. 
 
Com 6 anos de idade, ela não era o público alvo do curso, mas acompanhava os pais porque não tinha com quem ficar em casa. "Meu pai e minha mãe estavam no curso, então eu ia com eles. Eu aprendi a ler no colo do meu pai e quando ele não podia ir eu acompanhava minha mãe e depois ensinava meu pai", lembra.
 
A experiência foi determinante na vida de Eneide. "A partir dali eu tive certeza de que seria professora e hoje dou aula para alunos da educação infantil", diz.
 
Aos 83 anos de idade, Idália Marrocos da Silva diz que se lembra 'como se fosse hoje' das aulas. "Nós íamos para uma casa e tínhamos aula na sala. Naquela época essas aulas aconteciam em todo lugar: na igreja, na delegacia, nas casas das pessoas. Muita gente aprendeu a ler com essas aulas", lembra.

De sorriso fácil e boa memória. Dona Idália lembra que muita gente tinha medo de ir às aulas porque na época diziam que Paulo Freire era comunista e que os alunos do curso seriam perseguidos. "Muita gente tinha medo. Minha mãe não queria que eu fosse, mas essas aulas mobilizaram a cidade inteira.

Foi quase uma revolução e eu queria fazer parte", conta, na cadeira de balanço, em uma casa simples onde mora sozinha.

Entenda o método Paulo Freire

Paulo Freire desenvolveu um método de alfabetização baseado nas experiências de vida das pessoas. Em vez de buscar a alfabetização por meio de cartilhas e ensinar, por exemplo, “o boi baba” e “vovó viu a uva”, ele trabalhava as chamadas “palavras geradoras” a partir da realidade do cidadão. Por exemplo, um trabalhador de fábrica podia aprender “tijolo”, “cimento”, um agricultor aprenderia “cana”, “enxada”, “terra”, “colheita” etc. A partir da decodificação fonética dessas palavras, ia se construindo novas palavras e ampliando o repertório.


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meio ambiente

Plástico autolimpante é esterilizado com luz do Sol

9/04/2012 03:05:00 PM

Plástico autolimpante é esterilizado com luz do Sol
A superfície coberta com moléculas de dióxido de titânio (embaixo) continuou com a aparência de limpa mesmo depois de dois anos deixada ao relento.[Imagem: Fraunhofer IGB]

Redação do Site Inovação Tecnológica - 03/09/2012



Bio-sujeira

Sujeira sempre é um problema.

Pior ainda quando se trata de uma "bio-sujeira", como uma camada de bactérias ou fungos, criando bolor, mofo ou o nome que se queira dar aos filmes que se formam em paredes, móveis, e mesmo em utensílios tão queridos quanto telefones celulares, tablets e computadores.

Devido à sua proximidade da boca, nariz, ouvidos e olhos, a população de bactérias que infesta os aparelhos eletrônicos está se tornando uma preocupação dos especialistas em saúde.

Pesquisadores alemães acreditam poder resolver esse problema de uma vez por todas, usando uma pitada de um fotocatalisador bem conhecido e um pouco de luz do Sol.

Iris Trick e seus colegas descobriram uma forma de incorporar moléculas de dióxido de titânio em materiais poliméricos, incluindo os plásticos usados para fabricar desde celulares até móveis de jardim.

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aids

Pesquisadores descobrem nova doença com sintomas semelhantes aos da aids

8/23/2012 10:54:00 AM

Fonte: Zero Hora

Pesquisadores identificaram uma nova enfermidade misteriosa que causa sintomas similares aos da aids, mesmo sem infecção pelo vírus HIV. A doença foi identificada em dezenas de pessoas na Asia e nos Estados Unidos. A causa da doença, que afeta o sistema imunológico, é desconhecida, e parece não ser contagiosa.

— Trata-se de outra categoria de imunodeficiência adquirida que não seria hereditária e ocorre em adultos, mas não se propaga por meio de vírus, a exemplo da aids — diz a médica Sarah Browne, pesquisadora do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos.

Browne ajudou a dirigir o estudo com investigadores na Tailândia e em Taiwan, onde foram detectados a maioria dos casos desde 2004.

A doença se desenvolve perto dos 50 anos de idade, em média, mas não é característica de grupos familiares, o que torna improvável que a causa seja genética, segundo Browne.

Diferentemente da aids, a nova doença não afeta os linfócitos T, mas causa outro tipo de dano ao sistema imunológico. O estudo de Browne descobriu que a maioria dos enfermos desenvolviam substâncias chamadas autoanticorpos, que bloqueiam o interferon gama, um sinal químico que ajuda o corpo a desfazer infecções.

Ao bloquear esse sinal, as pessoas ficam vulneráveis a vírus, fungos e parasitas, mas sobretudo a micobactérias, um grupo de germes similares aos da tuberculose, que podem causar grave dano aos pulmões.

Os antibióticos não são sempre efetivos, de modo que os médicos têm buscado outros métodos, incluindo fármacos contra o câncer, que ajudam a suprimir a produção de anticorpos. A enfermidade se atenua quando as infecções são controladas, mas a afetação ao sistema imunológico seguramente se converterá em um problema crônico, consideram os investigadores.



O fato de quase todos os pacientes detectados até o momento serem asiáticos ou nascidos na Ásia que vivem em outras partes do mundo indica que os fatores genéticos ou ambientais poderiam ativar a doença, concluíram os investigadores.

Os primeiros casos foram detectados em 2004, e o estudo de Browne incluiu cerca de 100 pessoas em seis meses.

— Sabemos que existem muitos outros, incluindo muitos casos que são diagnosticados erroneamente como tuberculose em alguns países — disse Browne.

Os resultados foram publicados na revista New England Journal of Medicine.

Bienal

Muitos pais não percebem, mas seus filhos se tornaram idiotas", diz Ziraldo na Bienal

8/16/2012 10:48:00 AM

Fonte: UOL Entretenimento   

Guilherme Solari, do UOL, em São Paulo

 Leonardo Soares/UOL
Ziraldo durante a 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012)           

   Ziraldo durante a 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012)
Uma breve conversa de 15 minutos com Ziraldo na Bienal Internacional do Livro de São Paulo acaba passando por temas como literatura, colonização brasileira, marketing, UFC, novas tecnologias, casos de família e até mesmo um pouco sobre os seus lançamentos na feira.
Aos 80 anos e em sua 16ª Bienal, o pai do Menino Maluquinho não cessa de enfatizar a importância de feiras literárias e do próprio livro para enfrentar o que ele considera em “emburrecimento” endêmico da sociedade.
“A família brasileira não lê. Nós temos a internet que pode ser a fonte da vida e do conhecimento, mas o computador é usado como brinquedo. Muitos pais não percebem, mas seus filhos se tornaram idiotas”, disse Ziraldo ao UOL. “Bote um livro na mão do seu filho e ensine o domínio da leitura. Se ele não dominar isso, só vai dar certo se souber jogar futebol ou dar porrada muito bem para entrar nesse UFC”.
“Liguei a TV de madrugada outro dia e vi dois seres se esfregando. Achei que fosse pornografia. E aí o chão começou a se encher de sangue como se tivesse rompido o hímen. Só depois percebi que era essas lutas”

Ziraldo sobre o UFC

Ziraldo mostra não aprovar o sucesso das competições de artes marciais mistas. “Liguei a TV de madrugada outro dia e vi dois seres se esfregando. Achei que fosse pornografia. E aí o chão começou a se encher de sangue como se tivesse rompido o hímen. Só depois percebi que era essas lutas”, contou Ziraldo.

Apesar de ser autor de obras que marcaram seguidas gerações de crianças brasileiras, Ziraldo diz que não se considera um narrador. “Não tenho um talento como o de Thalita Rebouças ou da autora do Harry Potter”, falou. “Eu parto de uma ideia simples como uma ilustração e tento fechá-la com chave de ouro, como fazia quando trabalhava no marketing”.

“O livro é o objeto mais perfeito da história da humanidade”, defendeu Ziraldo. “Você carrega a história em suas mãos, sente o cheiro do papel, o tempo que você vira uma página é um tempo que percorre na história. O livro contém vida e isso não pode ser substituído por algo frio e digital”.
Quando perguntado sobre o que mudou em sua comunicação com as crianças em todos os anos de literatura infantil, Ziraldo responde: “Não mudou nada. Os tempos e as tecnologias podem mudar, mas a criança não muda nunca”. Ziraldo lança na feira “O Grande Livro das Tias” (Melhoramentos), homenagem às tias e sua importância na infância.

eletrônica

Luva eletrônica amplifica sensibilidade de cirurgiões

8/15/2012 11:12:00 AM

Fonte: Inovação Tecnológica

Luva eletrônica amplifica sensibilidade de cirurgiões
A pele eletrônica poderá colocar nas mãos dos médicos recursos que hoje exigem instrumentos cirúrgicos separados. [Imagem: John Rogers/UIUC]

 Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/08/2012

Pele melhorada
Cientistas estão se preparando para construir luvas cirúrgicas eletrônicas, não apenas restaurando, mas ampliando a sensibilidade dos dedos dos cirurgiões.
E, mais do que isso, prometendo literalmente colocar em suas mãos recursos que hoje exigem instrumentos cirúrgicos separados.
Luvas são essenciais na quase totalidade dos procedimentos de saúde. Conseguir um equilíbrio entre sensibilidade e resistência, porém, não é uma tarefa fácil.
Agora, usando circuitos eletrônicos tão flexíveis que podem ser até esticados, os engenheiros poderão garantir a fabricação de luvas ultra-resistentes e, simultaneamente, melhorar a sensibilidade tátil necessária para operações delicadas.
A inovação é resultado de uma série de inovações desenvolvidas pela equipe do Dr. John Rogers, um pioneiro no campo da eletrônica flexível.
Sensibilidade eletrônica
Há cerca de seis meses, o grupo apresentou uma pele eletrônica ativa, capaz de monitorar e controlar a saúde.
Agora, eles apresentaram o que chamam de estimuladores eletrotácteis, circuitos eletrônicos e sensores que podem ser montados conjuntamente para formar uma espécie de "pele artificial", ou "pele eletrônica", ultra-sensível, capaz de prover sensibilidade suficiente para a ponta dos dedos.
Mas não se trata apenas de replicar o tato humano.
"Imagine a capacidade de sentir as propriedades elétricas do tecido, e então removê-lo prontamente, com precisão, tudo apenas com os dedos, usando luvas cirúrgicas inteligentes," disse Rogers.
"Alternativamente, ou talvez em acréscimo, o imageamento por ultra-som também pode ser possível," completa ele.
Os pesquisadores afirmam que sua pele eletrônica também terá ampla aplicação na robótica, não apenas entre os robôs cirurgiões, mas entre os robôs que precisam interagir com o ser humano.
Luva eletrônica amplifica sensibilidade de cirurgiões
A pele eletrônica pode conter vários tipos de sensores e atuadores, que poderão ser montados em camadas. [Imagem: Ying et al./Nanotechnology]

Dos dedos para o coração

O circuito flexível avalia pressão, estresse e tensão medindo alterações na capacitância - a capacidade de armazenar cargas elétricas - de pares de microeletrodos. As forças aplicadas sobre o circuito forçam sua deformação, alterando sua capacitância.
O "dedal eletrônico" apresentado agora também incorpora sensores para detectar movimento e temperatura, e poderá no futuro conter mecanismos de aquecimento que poderão ser usados para ablação e outras operações similares.
"Talvez o resultado mais importante é que conseguimos incorporar tecnologias multifuncionais à base de semicondutores de silício para formar peles macias, tridimensionais e de formato livre, adequadas para integração não só nas pontas dos dedos, mas também em outras partes do corpo," acrescentou o professor Rogers.
De fato, a equipe planeja agora criar uma pele eletrônica que possa ser integrada em outras partes do corpo, incluindo o coração.
Neste caso, o dispositivo deverá envolver a superfície do coração, como uma meia, para proporcionar várias funções de exame e atuação, sobretudo para o tratamento de arritmias cardíacas.
Bibliografia:

Silicon nanomembranes for fingertip electronics
Ming Ying, Andrew P Bonifas, Nanshu Lu, Yewang Su, Rui Li, Huanyu Cheng, Abid Ameen, Yonggang Huang, John A Rogers
Nanotechnology
Vol.: 23 (34): 344004
DOI: 10.1088/0957-4484/23/34/344004

LED

DNA dá nova vida à luz dos LEDs

8/14/2012 02:04:00 PM

Fonte: Inovação Tecnológica

DNA de salmão

O nome eletrônica orgânica sempre causa confusão, com os semicondutores à base de carbono sendo confundidos com coisas vivas.

Talvez agora a confusão aumente um pouco, uma vez que James Grote, da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, usou DNA para construir um LED.

E os ganhos não foram poucos: o LED de DNA tem uma luz mais agradável aos olhos humanos - é uma luz mais "quente" -, é mais brilhante, consome menos energia e tem uma vida útil mais longa.

Não se trata de nenhum "LED vivo", mas a mudança é inusitada: o pesquisador substituiu a camada fosforescente do LED, geralmente feita com uma mistura à base de epóxi, por uma camada de ácido desoxirribonucleico (DNA), processada a partir de ovas e esperma de salmão.

Esse DNA processado é um produto já disponível comercialmente, fabricado no Japão a partir de resíduos da indústria pesqueira.

Embora a produção seja pequena, mais voltada para pesquisas, o fato de usar como matéria-prima algo que é descartado pela indústria torna o material potencialmente muito barato.

LED de DNA

O mais surpreendente do resultado dessa substituição de epóxi por DNA é que a camada de epóxi não é exatamente o material ativo emissor de luz.

O LED de DNA continua sendo feito com o semicondutor nitreto de gálio, que emite luz azul.

Contudo, "a fluorescência do filme baseado em DNA é 100 vezes maior do que a fluorescência do filme original", diz o pesquisador.

"O DNA inicialmente era solúvel somente em água, assim ele foi primeiro precipitado com CTMA para torná-lo insolúvel em água, mas dissolúvel em solventes orgânicos. Depois de dissolver o DNA-CTMA em butanol, nós simplesmente misturamos [esse composto] com o pó de YAG:Ce," disse Grote.

CTMA é a sigla de cloreto de hexadeciltrimetilamônio. E YAG:Ce refere-se a um composto - a granada de alumínio-ítrio dopada com cério - usado para converter a luz originalmente azul do LED em luz branca.

Conversão de luz no LED

A luz originalmente azul emitida pelo semicondutor nitreto de gálio excita o YAG:Ce, fazendo com que uma parte da luz azul seja convertida para uma luz amarelada.

A luz amarela estimula os receptores vermelho e verde dos olhos, e a mistura resultante de azul e amarelo nos dá a impressão de estar vendo uma luz branca. Uma luz branco-azulada, na verdade, chamada de "luz fria", que não é a mais agradável aos olhos humanos.

O novo material à base de DNA converte a luz emitida pelo semicondutor em uma luz mais avermelhada, reduzindo ou até eliminando o componente azul, fazendo com que o LED emita uma luz branca "quente".

Além disso, a camada de DNA mostrou-se mais resistente à degradação do que a camada original, o que significa que o LED terá uma vida útil ainda maior.

Bibliografia:

A light-emitting diode using deoxyribonucleic acid
James Grote
SPIE Optics East 2006 Conference Proceedings
Vol.: Published online
DOI: 10.1117/2.1201208.004359
 
 
O artigo que eles citam pode ser lido aqui e também no formato .pdf aqui.

leituras na cidade

Leitura Presencial - Jornal do Comércio

4/07/2011 12:22:00 PM

Em matéria publicada no Jornal do Comércio desta quinta-feira (07/04), Brigida Sofia fala sobre  o livro Leituras na Cidade. Com organização de Zita Rosane Possamai, professora da UFRGS, o livro traz textos interdisciplinares sobre a cidade de Porto Alegre.  

Na próxima semana, o Sistema de Bibliotecas da UERGS terá disponível dois exemplares desta obra. Um na Biblioteca Central e outro na cidade de Novo Hamburgo.

Confira a reportagem!

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